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Fontes externas no seu web site… sim agora é possível!

Salve galera!

Hoje vou publicar um artigo muito bacana sobre como carregar fontes externas no seu website, se você está cansando (ou acostumado) com as fontes que são utilizadas como padrão na internet (arial, verdana, times, georgia entre outras… poucas), se segure … sente … relaxe … e leia este artigo na integra:

@font-face possibilita utilizar fonts externas em websites. Você já pode utilizar essa regra agora.

Tipografia na web sempre foi um sonho para todo designer para web. Alguns designers que trabalharam durante muito tempo com impressão estranham o tarbalhar com web por conta dessa limitação. A tipografia é parte importante na criação de peças gráficas e na web, isso não poderia ser diferente. Mesmo assim, não havia uma maneira ‘inteligente’ de utilizar fonts externas na criação de layouts para web. Iniciativas como TypeKite Sifr quebram o galho mas não são o ideal.

@font-face é uma das funcionalidades mais esperadas do CSS. Ela permite que você utilize famílias de fonts em websites sem que o usuário tenha a font instalada no sistema. Veja abaixo a sintaxe:

@font-face {
     font-family: helveticaneue;
     src: url('HelveticaNeueLTStd-UltLt.otf');
}

Na primeira linha você dá um nome para a Font que você está importando. Pode ser qualquer nome.

Na segunda linha, você inclue o endereço de onde a font se encontra. Para facilitar, crie uma pasta font dentro da pasta onde está o CSS.

Feito isso, você a utiliza como qualquer outra font:

p {
	font:36px helveticaneue, Arial, Tahoma, Sans-serif;
}

Fiz alguns testes aqui e em algumas máquinas e conexões lerdas, o browser carrega primeiramente o texto com a font padrão do sistema e logo depois monta o texto com as fonts corretas. Nada de outro mundo para quem utiliza imagens para substituir textos. Mesmo assim, pode ser um incomodo para alguns.

Suponhamos que você queira oferecer a font para os que não a tem disponivel no sistema, mas para que o site carregue mais rápido, queira utilizar a cópia local do sistema do usuário caso ele a tenha instalado:

@font-face {
     font-family: helveticaneue;
     src: local(HelveticaNeueLTStd-UltLt.otf), url(HelveticaNeueLTStd-UltLt.otf);
}

O valor local() faz com que o browser procure a font no computador do visitante antes de executar o download da font que está no servidor.

Abaixo segue uma série de formatos que podem ser usados e que os browsers podem adotar:

String Font Format Common extensions
“truetype” TrueType .ttf
“opentype” OpenType .ttf, .otf
“truetype-aat” TrueType with Apple Advanced Typography extensions .ttf
“embedded-opentype” Embedded OpenType .eot
“svg” SVG Font .svg, .svgz

Compatibilidade
A compatibilidade é melhor do que você pode imaginar. Mesmo assim há alguns entraves que chateiam. Entretando, se você pratica Gracefull Degradation, vai achar uma maravilha.

As versões 7, 8 e 9 do Internet Explorer aceitam o @font-face apenas se a font for EOT.

Safari, Firefox, Chrome e Opera aceitam fonts em TTF e OTF.

Você pode converter suas fonts para EOT diretamente no Font Squirrel.

É sempre bom você não abusar. Uma porque o design não fica bonito se você utilizar muitas fonts diferentes. Outra que o site pode ficar carregado. Lembre-se que o browser carrega o arquivo da font para só assim aplicar no layout.

Veja um exemplo pronto do site tableless.com.br.

Fonts pagas
O principal problema com o @font-face o download de font ilegal. Há uma pancada de fonts que são grátis, estas não há problema. Mas há uma outra grande parte que são pagas. O problema é que você tem a licensa de utilizar essa font nos seus projetos, mas não tem o direito de compartilhá-la ou dar para alguém. Quando você utiliza @font-face, você praticamente disponibiliza para o mundo o arquivo da font. Qualquer um pode fazer o download sem problemas. Por isso, cuidado com a font que você utiliza. Certifique-se de que ela é uma font gratuita.
Espero que tenham gostado.

abraços!

Fonte: tableless.com.br
Link direto: http://www.tableless.com.br/font-face-fonts-externas-na-web


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1 Comentário

Gracefull Degradation … o que é isso ?

você já se deparou com esse termo ? caso não tenha visto ou se já se deparou com ele e não soube o significado, vou tentar explicar como funciona e o que significa “Gracefull Degradation” junto com um artigo super bacana que li no tableless.com.br.

Gracefull Degradation ao pé da letra significa “Degradação Harmoniosa”, mas e ai ??? você deve estar se perguntando. Vamos um pouco mais além para saber mais sobre o seu significado:

Graceful degradation means that your Web site continues to operate even when viewed with less-than-optimal software in which advanced effects don’t work.

tradução:
Degradação Harmoniosa significa que seu site deve funcionar mesmo quando acessado com software/hardware inferior ao ideal.

Artigo da tableless.com (vale a pena dar uma conferida!).

Esse assunto é bastante velho, mas que volta à tona nestes dias de campanhas contra o IE6 e outros browsers antigos. Eu mesmo já falei para ignorar totalmente o Internet Explorer 6, mas não é tão fácil assim. Eu posso ignorar aqui no Tableless, onde os usuários são de um nicho específico, mas eu não posso ignorar esse público quando se trata de um produto que é feito para o meu cliente. O cliente do meu cliente utiliza IE6. E ignorá-los significa fazer meu cliente perder dinheiro. Isso está fora de questão.

Então, se seguirmos este raciocínio, pense bem: podemos cometer este erro com outros tipos de usuários. Por exemplo, se seu site não pode ser bem visto em dispositivos móveis ou se não é bem acessado por leitores de tela.

É tudo sobre acessibilidade
Engana-se aquele que acha que acessibilidade é apenas sobre cegos e outras pessoas com alguma necessidade fisica. É claro que esse público merece uma atenção especial, que muitas vezes é tristemente ignorada. Mas quando falamos sobre acessibilidade, temos que entender que há outros grupos que se encaixam nesse assunto.

Quando um visitante não consegue acessar seu site por causa da resolução, ou por meio de algum dispositvo, ou por algum sistema de voz etc, estamos falando de acessibilidade.

Temos que prever visitantes com necessidades diversas. Há pessoas que passam a maior parte do tempo viajando. Por isso é muito difícil ler emails ou trabalhar conectado por notebook ou computador decente. Por isso ela passa a maior parte do tempo utilizando aparelhos móveis. Não por que ela queira, mas por causa da sua necessidade.

Se negligenciarmos o acesso desse tipo de público, cometemos um erro grave de acessibilidade. O mesmo para um simples visitante que não consegue acessar seu website por causa da sua resolução. Ele usa 800×600 porque precisa e não porque quer. Embora haja alguns que nem sabem o que é resolução.

Necessidade. Acessibilidade é tudo sobre a necessidade das pessoas.

Meios de acesso a Internet
Se as pessoas acessam a Internet, elas acessam por meio de um dispositivo especifico. Se ela é cega ou tem algum ou outro problema de visão, ela acessa o site por um leitor de tela. Se ela viaja muito ou fica muito tempo presa no trânsito, utililza dispositivos móveis.

Hoje em dia não existem muitos meios de acesso a Web. Se não acessamos por um computador ou um dispositivo móvel, acessamos com o que?
Outros meios de acesso a Internet estão nascendo. Na verdade novos usos para o acesso a Internet estamos surgindo e com estes novos usos, surgem novos meios de acesso. Vide o Surface da Microsof. É um meio totalmente diferente de interagir com a Web. Mas é um novo meio.

Mas e o Graceful Degradation?
Problemas com compatibilidades sempre existiram e creio que nunca deixarão de existir. Pelo contrário. Esses problemas serão mais comuns embora fiquem mais fáceis de resolver. Não serão apenas probleminhas entre browsers (os browsers existirão em tempos futuros?), mas também entre dispositivos.

Acontece muito hoje: tentamos acessar um serviço por um determinado browser, e somos aconselhados a utilizar outro browser porque o serviço não é compativel ou não funciona bem no nosso browser predileto.
Isso tira qualquer um do sério. O site deveria funcionar em qualquer browser. Para exemplificar: se em um meio de acesso eu não consigo utilizar bordas arredondadas nos elementos, os elementos apareceriam sem as bordas arredondadas. Isso não deveria prejudicar minha experiência de uso. Eu perderia um pouco no Design, mas conseguiria utilizar o serviço sem problemas.

A idéia do Graceful Degradation é exatamente essa: dar a melhor experiência possível ao dispositivo/meio que o usuário estiver utilizando sem prejudicar a acessibilidade.

Os usuários do IE6 por exemplo podem ficar sem bordas arredondas, position fixed, sombras e pngs semi-transparentes, mas eles precisam acessar e utilizar perfeitamente o site, com a melhor experiência que é possivel dar a este browser.

Mesma coisa é aplicada aos dispositivos móveis. Estes dispositivos normalmente não tem os mesmos recursos de um desktop. É tudo diferente, desde o poder de processamente até o tamanho das coisas. Então imaginar que o uso do sistema/site será parecido como se fosse acessado por PC, é um erro.

É um erro também se fizermos um site pensando em dispositivos menos capazes mas não nós lembrarmos do grupo de usuarios que acessam seu site com dispositivos mais completos e modernos. É engraçado porque pensamos sempre no usuário que está no pior cenário. Mas aquele usuário que não seria um problema pra nós, pode se tornar o pior deles.

Um exemplo disso é quando usuários de iphone acessam sites inteiros feitos em Flash. Sabemos que é uma limitação do aparelho. Mas estes usuários estão crescendo e seu cliente pode estar ali. Normalmente ninuem coloca uma versão diferente da do Flash. Logo, estes usuários simplesmente são ignorados. Imagine a frustação.

Resumidamente, Graceful Degradation é dar a melhor experiência que você conseguir para o usuário.

Se ele utiliza o último lançamento da Apple ou se ele utiliza um Nokia 6111 com Opera Mini. Ele precisa ter a melhor experiência que é possível dar dentro dos limites de cada dispositivo.
Obviamente que vice não vai prever todos os tipos de usuário. Mesmo porque seria impossível fazer isso. Novamente eu digo o óbvio: faça um estudo de público-alvo é importante.

Saiba mais acessando: www.tableless.com.br

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